quinta-feira, 13 de março de 2014
Não pise nos outros
Parece óbvio pensar em não pisar nos outros, certo? Acontece que toda vez que você fala mal de alguém, gera uma fofoca ou faz uma crítica a ela, é uma forma de separação. É uma armadilha do ego para se sentir especial, importante, achar que o outro é pior do que você, estar sempre na comparação. Acontece que isso faz com que você se sinta mal, sem nem entender o motivo. O Ser não está tendo espaço para se manifestar por conta da atividade poderosa da mente, que tende a ser muito crítica, racional e controladora. Uma vez que os julgamentos são notados e você não se identifica com eles, é possível entrar numa dimensão muito mais amorosa da vida, com plena harmonia, união, fé e alegria.
O mais importante é vibrar sempre na força do AMOR!
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Bebel Clark
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Eu sou o outro você
"Em cada coração há uma
janela para outros corações.
Eles não estão separados,
como dois corpos.
Mas, assim como duas lâmpadas
janela para outros corações.
Eles não estão separados,
como dois corpos.
Mas, assim como duas lâmpadas
que não estão juntas,
Sua luz se une num só feixe."
(Rumi)
Sua luz se une num só feixe."
(Rumi)
In Lak' Ech! EU SOU O OUTRO VOCÊ
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
O tempo...
O tempo não é uma medida. Um ano não conta,
dez anos não representam nada. Ser artista não significa contar, é
crescer como a árvore que não apressa a sua seiva e resiste, serena, aos
grandes ventos da primavera, sem temer que o verão possa não vir. O
verão há de vir. Mas só vem para aqueles que sabem esperar, tão
sossegados como se tivessem na frente a eternidade.
(Rainer Maria Rilke)
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Os oito princípios universais da CURA
1) Dieta balanceada
2) Exercícios diários e semanais
3) Tempo reservado a lazer e risos
4) Música, sons e cantos
5) Amor, toques e sistemas de apoio
6) Engajar-se em programas de interesse, hobbies e atividades criativas
7) Contato com a natureza, beleza e ambientes saudáveis
8) Fé e crença na espiritualidade
Como está a sua lista pessoal?
domingo, 7 de outubro de 2012
Poema Se - Prof. Hermógenes
Se, ao final desta existência,
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia...
Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas...
Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser...
Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo...
Se algum ressentimento,
Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,
E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou...
Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio...
Se seguir protestando
Reclamando, contestando,
Exigindo que o mundo mude
Sem qualquer esforço para mudar eu...
Se, indigente da incondicional alegria interior,
Em queixas, ais e lamúrias,
Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia
Para a minha ainda imperiosa angústia...
Se, ainda incapaz
para a beatitude das almas santas,
precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende...
Se insistir ainda que o mundo silencie
Para que possa embeber-me de silêncio,
Sem saber realizá-lo em mim...
Se minha fortaleza e segurança
São ainda construídas com os materiais
Grosseiros e frágeis
Que o mundo empresta,
E eu neles ainda acredito...
Se, imprudente e cegamente,
Continuar desejando
Adquirir,
Multiplicar,
E reter
Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias,
Na ânsia de ser feliz...
Se, ainda presa do grande embuste,
Insistir e persistir iludido
Com a importância que me dou...
Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos, Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.
Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido a Meta.
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia...
Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas...
Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser...
Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo...
Se algum ressentimento,
Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,
E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou...
Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio...
Se seguir protestando
Reclamando, contestando,
Exigindo que o mundo mude
Sem qualquer esforço para mudar eu...
Se, indigente da incondicional alegria interior,
Em queixas, ais e lamúrias,
Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia
Para a minha ainda imperiosa angústia...
Se, ainda incapaz
para a beatitude das almas santas,
precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende...
Se insistir ainda que o mundo silencie
Para que possa embeber-me de silêncio,
Sem saber realizá-lo em mim...
Se minha fortaleza e segurança
São ainda construídas com os materiais
Grosseiros e frágeis
Que o mundo empresta,
E eu neles ainda acredito...
Se, imprudente e cegamente,
Continuar desejando
Adquirir,
Multiplicar,
E reter
Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias,
Na ânsia de ser feliz...
Se, ainda presa do grande embuste,
Insistir e persistir iludido
Com a importância que me dou...
Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos, Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.
Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido a Meta.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Das mini-mortes
para ler ouvindo: http://www.youtube.com/watch?v=hHsnECVc_DE
Não adianta o quanto você se prepare, o quanto você medite, converse com pessoas amadas, seja apoiada, esteja certa do que quer e do que é melhor pra você neste momento. Quando você olha na alma dos olhos da pessoa que você ama, a mesma que o destino não quer mais que esteja caminhando de mãos dadas com as suas, por incapacidade de ambos, a mesma que viveu momentos lindos e momentos dolorosos com você, com quem compartilhou tanta coisa, tantos sonhos, tantos desejos, tantos medos, tantas inseguranças, tantas alegrias, tantos orgasmos, tanta vida, é impossível não se arrebatar.
E nem é mais fácil por ser uma conversa adulta, madura, profunda, clara e honesta, com ambos se respeitando e terminando amigavelmente. Todo fim é uma mini-morte. O luto está lá, acenando tristemente para os dois, que antes acenavam juntos e confiantes para o mundo. A despedida dilacera.
Os ciclos terminam, eu sei. Fazem parte da vida, trazem ensinamentos, mas são duros. Vêm carregados de uma dor que parece infinita. Mas chega uma noite em que você vai dormir em paz, e não é ele o primeiro pensamento do seu dia quando acorda. Nem a saudade do cheiro, da mão, da pele, da presença, do olhar cúmplice, da risada, do abraço, das comidas que cozinharam juntos, dos brindes que fizeram à vida e ao amor que os unia, da segurança que você tinha ao dormir ao lado dele. É apenas a certeza feliz e plena de que amou e foi amada. E o que antes era completude de dois, voltou a ser inteireza de um.
Que o nó na garganta se desfaça, e as lágrimas se misturem às gotas de chuva que caem lá fora, voltando a abraçar o mar. E que este dia chegue tão rápido quanto o afeto do tempo. Enquanto isso, boa noite.
Sinto muito
Me perdoe
Te amo
Gratidão
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Bebel Clark
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Combinado?
Se você ainda não aprendeu ou não está sentindo isso hoje, estou aqui pra te lembrar: "Você é especial, eu acredito em você"!
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Bebel
Sobre Sonhos
"Sobre Sonhos
O céu plúmbeo nada anuncia.
Nem a chuva (outrora, memória; agora, apatia).
Mas chega um momento
em que (sem heroísmos ou egoísmos)
é preciso inventar um pequeno barco no ar
(ou um outro sonho qualquer que nos arranque o chão dos pés).
Chega um momento
em que não se pode aguardar o vento,
em que temos que nos arremessar ao mar.
PORQUE É URGENTE SALVAR O AMOR.
Chega um momento em que é urgente amar."
Filipe Couto
O céu plúmbeo nada anuncia.
Nem a chuva (outrora, memória; agora, apatia).
Mas chega um momento
em que (sem heroísmos ou egoísmos)
é preciso inventar um pequeno barco no ar
(ou um outro sonho qualquer que nos arranque o chão dos pés).
Chega um momento
em que não se pode aguardar o vento,
em que temos que nos arremessar ao mar.
PORQUE É URGENTE SALVAR O AMOR.
Chega um momento em que é urgente amar."
Filipe Couto
Presente momento
Você entende que o momento presente é a coisa mais importante da vida depois que encontra um grande mestre e amigo que não via há anos no almoço e, voltando pro trabalho, um macaco sagui LINDO passa correndo pelo seu pé, em pleno Rio de Janeiro!
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Bebel
terça-feira, 12 de junho de 2012
Dia dos nAMORados

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